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As Mulatas de Jesus Cristo - 2 - Canoas 02/06/2001
Sumário
EDITORIAL - Fábio Luis Emerim
MECA E DISNEYWORLD - Fábio Luis Emerim
"PESSOAS SEM CORAÇÕES"- Fábio Luis Emerim
CETICISMO - Fábio L. Emerim
GUERRA NAS ESTRELAS NA TURQUIA - Gostaria de saber...
TESES PARA OS DIAS - Polka, o Aracnídeo
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Editorial...
...mas, pelo menos, ainda podemos mijar de pé...
Bahia é um troço estranho. Tem santo pra tudo quanto é lado, igreja em toda esquina, terreiro de macumba em todo bairro, e até rua com nome de vivo! Tem um elevador surreal que liga uma parte da cidade à outra. Um dos pontos turísticos da cultura negra baiana é justamente o lugar onde os negros eram castigados. E agora os Pais e as Mães-de-Santo estão preparando seus atabaques, quindins, galinhas pretas e velas para ajudar ACM! Sensacional! Será que é este o mesmo povo que foi usado como paradigma de sociedade decente pela imprensa vendida gaúcha quando a Ford saiu daqui pra ir pra lá? Se for, agora começo a compreender tudo! Uma coisa é inegável: a alegria de viver. O baiano não carrega as mesmas características pusilânimes adotadas pelos europeus daqui do sul! Eu, por exemplo, há muito tempo enchi o saco de ir em festa no vale dos Sinos. Enjoei! A coisa por lá é de um glamour digno de entrega de Oscar, ou seja, todo mundo é feito de matéria plástica. Por dentro e por fora. E as plumas e paetês que guarnecem essa nata da sociedade é de um exagero tão islâmico que deixaria qualquer árabe com vergonha. Com certeza o quesito alegria e simpatia é da Bahia, mas de política e questões sociais eles deixam muito a desejar. Ouvi falar de um jornal de Salvador que é carlista, cujo site na internet, uma vez que é visitado, automaticamente joga o nome do internauta visitante para uma lista de apoio à ACM em uma página dele. Bem, eu não acredito que isso seja possível a não ser que a pessoa tenha colocado seu nome em algum fórum do jornal. Mas, quem ousa duvidar??? De qualquer forma o Marvadeza disse que vai atirar cocô no ventilador informando os nomes da lista de votação!Só ameaçou, aliás, não falou nada. Também, ele ia ter que provar! Mas também nessas alturas o que é um peido pra quem já tá cagado...? Mas me intriga e questiono a qualidade desse cocô! Pois todos sabemos que quando ele falou que a Heloísa Helena, do PT, tinha votado contra a cassação de Luis Estevão, a afirmação do cara foi tão absurda que ninguém acreditou. Só o Caetano Veloso! Mas o Caetano Veloso não conta porque ele é Filho de Ghandi, e Filho de Ghandi é tão surreal quanto essa situação toda, logo, qualquer concerto intelectual a esse respeito deveria até ser proibido. E isso sem contar o fato de que ele admira João Gilberto, e quem admira João Gilberto tem mais é que ser Filho de Ghandi mesmo...
Tudo é surreal! O fato de eu estar escrevendo isso ouvindo um programa na AM com uma enquete querendo saber sobre o orgasmo na mulher já propõe um quadro de igual surrealismo! Aliás, mulher é que tem orgasmo! O homem tem é um gozinho! Se tem uma coisa que me deixa intrigado é que a mulher, quando goza, quase vira do avesso. Tenho um amigo que me disse que a namorada dele, cada vez que goza, dá um soco no peito dele de deslocar o coração. O homem, no fundo, tem inveja do gozo da mulher. Eu, por exemplo, quando gozo é bom! Eu acho tri, mesmo porque eu sempre gozei da mesma forma! Claro que existem vezes que são mais intensos, outros menos, mas que não dá pra competir com a mulher, a não dá mesmo! E é injusto, até, pois quem fica lá bombeando e tem que ficar sempre em forma é o coitado do homem, logo, o melhor orgasmo devia ser o masculino! E digo mais: a TPM é uma mentira deslavada! Uma desculpa que a mulherada inventou pra poder ficar de mau humor, pelo menos uma vez por mês!
Agora eu resolvi que vou rir de tudo. Já andava fazendo isso mesmo! Só que não histericamente! E esse lance de rir baixinho pra não queimar o filme e nem constranger as pessoas não é mais comigo! Eu rio na cara; nem que me custe um dente, afinal, existem certas coisas que ocorrem com o propósito uno de serem engraçadas. Aliás, a vida não pode ser levada a sério! Nem ninguém! Inclusive eu!
Em tempo. O Telmo não me mandou texto, nem o Júnior, que quando eu liguei tava no cinema com o Pato, que atendeu o celular no meio do filme! Logo, estou me vendo ás flatulências pra escrever o Mulatas dessa semana!Ainda be que existe Polka, o Aracnídeo!!!!! ARGH!
Fábio L. Emerim
Colaborações literárias? Mande a sua para mulatas@terra.com.br
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Meca e Disneyworld
No Afeganistão, o fundamentalismo islâmico sob a alcunha de Taliban proíbe as mulheres de mostrarem seus rostos. Proíbe-as, também, de ter acesso à educação e ao trabalho. O estrangeiro que, desavisado, dirigir a palavra a qualquer mulher islâmica deve pedir mil desculpas ao seu dono e à sociedade; talvez vá até preso. Lá, entre outras proibições, os homens não podem cortar a barba e usar bermudas. Os afegãos regem, portanto, sua vida a partir do Alcorão, interpretado da maneira mais grosseira e absurda, resultando na sociedade mais primitiva e anacrônica de que se tem notícia. É um país cujo povo não pensa. O sistema pensa por eles. O sistema ditado pelo preceito religioso-radical.
Aí fico imaginando: como o Tio Sam deve invejar o Afeganistão!
Lá está, sem muito esforço, a idéia imperialista de convivência social que os EUA querem impor há tanto tempo - e agora está ganhando força através do neoliberalismo para si e para o mundo. Diferentemente dos afegãos, os estadounidenses pois americanos somos todos nós, que vivemos no continente americano têm fundamentos cristãos, não crêem em Maomé, ou seja, não são polígamos e não criam as suas mulheres em cativeiro e com o rosto tapado. Mas punem, ferrenhamente, uma criança que beija uma coleguinha na escola. Vai presa; ora, onde já se viu! Os estadounidenses não precisam virar-se para Meca todos os dias e peregrinar até lá uma vez na vida, para adorar Alá, mas comem McDonalds, pelo menos uma vez por dia, e levam seus filhos à Disneyworld, normalmente de aniversário, para adorar o Mickey.
E o Afeganistão, a exemplo de todos os países onde o Islã impera, pretende espraiar sua crença para o ocidente, especialmente para os EUA, que é, na sua visão, o grande demônio ocidental. Vão ter um trabalho danado, pois o Tio Sam está também em processo de catequização mundial. Não com o Alcorão, mas com Sidney Sheldon, não com as preces a Alá, mas com o lixo produzido em Hollywood, que, para mim, é tão, ou mais preocupante do que o princípio islâmico, pois acaba sendo sutilmente injetado em nossa sociedade.
Pior do que o fundamentalismo do Islã é o fundamentalismo evangélico-americano, que é disfarçado. Você consegue reconhecer um maometano a léguas, dá tempo de fugir ou se jogar em um buraco. O mesmo não acontece quando você vê os pregadores evangélicos estadounidenses à distância, aí eles tem uma vantagem incrível.
Mas nunca os EUA chegarão à perfeição afegã! Nunca manipularão 100% uma sociedade de uma forma tão perfeita e tão barata. Cabe a nós, os simples plebeus, à plebe trabalhadora, identificar e arruinar seus planos. Como? Começando a questionar qual a real valia de se abrir mais um restaurante que vende os hambúrgueres com gosto de plástico, mas com preço de verdade, a reavaliar qual o teor, o verdadeiro conteúdo de um filme recheado de clichês e cujo final já se sabe antes de começar a assistir a ele; a perguntar qual o sentido naqueles idiotas que apresentam o Oscar, contando piadas que não têm a mínima graça para quem tem idade mental maior que 14 anos; a questionar qual, enfim, a serventia de assistir à entrega do Oscar, quando já se sabe qual filme vai ganhar.
O resto é decorrência natural, o que sugeri foi o pontapé inicial. E lembre-se: toda a dominação só existe por causa da incompetência dos dominados.
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Chore, começa aqui...
..."Pessoas Sem Corações"
Clêiver estava na sacada do apartamento tomando um copo de mate-Leão quando o interfone tocou. Terminou o último gole, colocou o copo sobre a prateleira enfeitada com motivos natalinos, era dezembro, e foi atender. Do outro lado da linha, que era 5 andares abaixo, uma voz feminina familiar lhe falou: Desce, desligou. Clêiver ficou olhando o interfone e dizendo, dentro de si: Êvelin, aquela cadela!, assim, correu para o quarto, abriu o armário, retirou uma caixa de isopor. Da poltrona o gato olhava. Do isopor, saía um revólver
Armado, confuso e suado, Clêiver não pode acreditar ao ouvir o interfone de novo. Atendeu e ouviu, mais incrédulo ainda, a voz de Boi, apelido de seu amigo Jivágo, de cujo nome os pais escolheram após uma sessão de cinema nos anos setenta. Abriu. Correu para o quarto e guardou o revólver. Da poltrona o gato olhava. Da porta da cozinha, surgia Boi.
Clêiver não conseguia esconder a aflição de ter ouvido a voz de Êvelin. Boi percebia que algo de errado tinha acontecido, mas não quis se envolver. Clêiver percebeu que Boi usava um sapato de camurça italiano, uma calça cinza-prateada e uma camisa pólo de..ah, foda-se, não importa...continuando a estória, Boi estava com o carro lá embaixo estacionado convidado nosso herói para comer num restaurante árabe que tinha aberto naquela noite.
Mas o carro não pegou, pois havia um anão na montanha. Penélope começou a se transformar em uma gueixa de cabelos vermelhos. O cachorro, confuso, comeu o resto da torta. O salame saiu saltitante e cantante: não vou maaaaaaais, não vou maaaaaaais. As duas botas encostadas na poltrona riam histericamente.
Continua...
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Para aqueles que me questionam porquê sou cético, aqui vai uma
rápida explicação do que é o ceticismo...
Escola filosófica que questiona as bases do conhecimento metafísico,
científico, moral e, especialmente, religioso. Nega a possibilidade de
se conhecer com certeza qualquer verdade e recusa toda afirmação
dogmática aquela que é aceita como verdadeira, sem provas.
O termo deriva do verbo grego sképtomai, que significa olhar, observar,
investigar, e a origem do movimento é atribuída ao grego
Pirro (365? a.C.-275 a.C.).
Para os céticos, uma afirmação, para ser provada, exige
outra, que requer outra e mais outra, até o infinito. O conhecimento,
para eles, é relativo: depende da natureza do sujeito e das condições
do objeto por ele estudado. Costumes, leis e opiniões variam de sociedade
para sociedade e de período histórico para período histórico,
tornando impossível se chegar a um conceito de real ou irreal, de correto
e incorreto. Condições como mocidade ou velhice, saúde
ou doença, lucidez ou embriaguez influenciam o julgamento e, conseqüentemente,
o conhecimento.
Por isso, os seguidores de Pirro pregam a suspensão do juízo,
o total despojamento e uma postura impassível diante da realidade. Se
é impossível conhecer a verdade, tudo se torna indiferente e equilibrado.
Para eles, o ideal do sábio é a indiferença.
Ainda na Antiguidade, o grego Sexto Empírico (séculos II e III
d.C.) e os empiristas vêem o ceticismo como um modo de obter o conhecimento
pela experiência. Não excluem a ciência, mas procuram fundamentá-la
sobre representações e fenômenos encontrados de modo indiscutível
e inevitável na experiência.
Esse ceticismo positivo tem papel fundamental no pensamento do escocês
David Hume (1711-1776), um dos maiores expoentes da filosofia moderna. Derrubando
dogmas metafísicos e religiosos, a filosofia moderna se baseia nas relações
terrenas e coloca o homem como dono de seu próprio destino.
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||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||Nota do editor||||||||||||||||||||||||||||||||
|||Recebi o texto a seguir por e-mail e sem assinatura, logo, não posso creditar o autor do mesmo, tentei retornar perguntando mais detalhes, pois achei legal e queria colocar no Mulatas, mas voltava sempre. Então, o máximo que eu posso fazer é DEIXAR BEM CLARO QUE O TEXTO NÃO É DE MINHA AUTORIA, embora gostaria que o fosse...|||
GUERRA NAS ESTRELAS NA TURQUIA
Até alguns anos atrás, o cinema turco de ficção científica era um dos mais bem guardados segredos do universo. Com exceção de matérias curtas em revistas como Cinemafantastique e Video Watchdog, nada havia sido publicado no mundo ocidental sobre esta inusitada faceta de nossa indústria cultural. Isso começou a se consertar com o livro Mondo Macabro, de Pete Tombs, que dedicou um capítulo inteiro ao tema (e outro ao cinema brasileiro de horror...Mojica e Ivan Cardoso). Via Internet consegui algumas destas fitas, e publicarei minhas impressões sobre uma pequena obra-prima, Dunaya Kurtaran Adam, a versão turca de Guerra nas Estrelas.
Ver um filme destes muda o conceito do espectador. De repente Ed Wood vira Steven Spielberg. Detalhes como edição, fotografia e outras besteiras são solenemente ignorados, os cenários e roupas seriam recusados num bloco de carnaval, sem falar nos desrespeitos ao copyrigth, afinal são roubadas várias cenas do Guerra nas Estrelas original, além de músicas de Flash Gordon e Caçadores da Arca Perdida. Em algum lugar isso deveria ser crime...
Vamos ao filme. Numa confusa introdução, uma música instrumental de discoteca é sobreposta a várias cenas de Guerra nas Estrelas. Às vezes uns atores turcos aparecem, como se estivessem pilotando as naves, e um ser vestido de vermelho parece comandar os ataques. Não entendo turco, então nem imagino o que eles podem estar dizendo, mas isso não prejudicou minha compreensão do filme. Os tais pilotos caem numa pedreira, e são interpelados por umas figuras fantasiadas de cavaleiros medievais. Brigam com eles e vão parar numa vila, que é guardada por uns coitados fantasiados de ursos cor-de-rosa (NÃO ESTOU EXAGERANDO!!!!) e encontram uma loira que começa a paquerá-los, no melhor estilo Dona Florinda- Professor Girafales. Daí para o fim nossos heróis enfrentarão perigos, como samurais (sim, eles lutam caratê), ursos roxos, o tal Darth Vader baixa na terra para importuná-los, eles acham uma espada do poder (de papelão...) e ficam
se desentendendo com a fauna do local até salvar o mundo no fim.
Vamos enumerar as qualidades desse filme: tem a pior edição já vista em uma obra profissional. Não há noção de continuidade, há vários inserts de outros filmes (um monstro que aparece uma hora parece de um filme de ficção dos anos 50), os efeitos especiais são ridículos, as atuações envergonhariam atores de novelas mexicanas...os atores...dois gordos narigudos são os galãs, havendo inclusive uma longa cena deles se exercitando com bolas de isopor que explodem. A atriz principal deve ser a namorada de alguém da produção, só isso justifica ela não ter sido expulsa do set de filmagens...o Darth Vader turco é um bigodudo MUITO canastrão, que dá aquelas gargalhadas...
Muito curiosas são as entrevistas do diretor, Cuneyt Arkin, um dos gordos narigudos que estrela esta obra, que o filme seria uma apologia sobre a situação política turca, um protesto contra a ação das máfias. Sei, os ursos cor-de-rosa devem ser o partido do governo, os samurais devem ser as máfias...
Este filme foi um fracasso na época, mas está sendo redescoberto pela juventude turca agora. Quando Ed Wood foi exibido lá houve uma identificação desta obra-prima com as produções do demente americano, o que levou a um relançamento na TV e em vídeo, com cartazes originais desta obra sendo vendidos no mercado negro a U$200,00.
Como todos os filmes turcos que tive acesso, este aqui parece ter sido conservado em ácido sulfúrico. As cores tremem (parece ter sido rodado em 16 mm), o som é horroroso, a telecinagem é pior ainda. Mas encanta pelo amor ao cinema. Mostra que não ter recursos não é desculpa para não filmar. O resultado pode sair horroroso às vezes, mas pelo menos se tentou fazer algo diferente.
PS: Segundo informação que me foi dado por Petter Baiestorff, a Canibal Filmes pretende fazer uma dublagem em português desta atrocidade. Sem entender uma sílaba de turco, à moda de "What's up tiger Lilly", em que Woody Allen dublou um filme de kung-fu com gírias judaicas e sem se preocupar com o significado original desta produção. Ladrão que rouba ladrão...
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TESES PARA OS DIAS
Tese número 1:
Origem das canetas BIC
Depois de exaustivos estudos realizados por integrantes de um grupo de pesquisas especializadas em desenvolver novas teses para o próximo milênio, chegou-se a um dado curioso: 98% das pessoas que têm em sua casa ( 80% na escrivaninha, 10% na cozinha e os 10% restantes em alguma gaveta) canetas BIC, não sabem dizer onde compraram, ou sequer adquiriram-nas. Isso sem contar que o 2% restante pegaram "emprestado" do trabalho. Essa, inclusive era a "pedra no caminho" da pesquisa. "Só faltava esse detalhe", revelou Dr Zigoto, líder do estudo, "Dois anos foram necessários para chegar ao veredito de que as canetas BIC aparecem sem aviso prévio na casa das pessoas. Quando verificamos os números, esses 2% que diziam tê-las surrupiado do seu local de trabalho não deixavam o estudo ter um ponto final." Movidos pela determinação de mostrar ao mundo a verdade sobre a caneta BIC, Zigoto e seu grupo de pesquisa foram atrás do local de trabalho desse intrigante grupo de 2% . Chegando ao departamento de compras e almoxarifado de cerca de 34 empresas (todas empregavam os pesquisados), constatou-se que a pessoa que respondia pelas compras de cada companhia não sabiam informar sobre o aparecimento de todas as canetas BIC de cada departamento específico e nem do sumiço de muitas delas (não revelamos).
Com muita alegria e orgulho, o grupo de estudiosos esbanjou sorrisos quando pode finalmente ter a certeza de que nada poderia derrubar sua tese. Agora estavam convencidos: As canetas BIC não são compradas por ninguém. Elas aparecem de uma hora para outra em nossas gavetas, estojos e pastas.
Resta saber como! Mas isso é outra pesquisa que ainda está sendo trabalhada pelo mesmo grupo de estudantes do Dr Zigoto. Boa sorte, rapazes!
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Desconfie de todo açougue.
Staff
-Fábio Luis Emerim
Colaborador
-Polka, O Aracnídeo
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